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 » FESTA DA SOLIDARIEDADE, 6 E 7 DE JUNHO
Porto vai ser a capital da Solidariedade
O Congresso “Solidariedade: Novos Caminhos, Valores de Sempre” é a principal novidade da Festa da Solidariedade que este ano se realiza no Porto, nos dias 06 e 07 de Junho. É a oitava edição da iniciativa anual da CNIS que começou em Lisboa, em Setembro de 2007, seguiu para Barcelos, passou por Viseu, Castelo Branco, Santarém, Faro, Guarda e agora chega ao Porto. O encontro anual de representantes das Instituições Particulares de Solidariedade Social vai decorrer durante a tarde de sexta, com os trabalhos do Congresso, no Palácio de Cristal; à noite com a chegada da Chama à Avenida dos Aliados; e durante a manhã de sábado, com a segunda jornada congressista, sendo a tarde dedicada à habitual animação solidária e conclusão dos festejos.
 » EDITORIAL
Reestruturação
Com o objetivo de fortalecer a atuação das misericórdias, mutualidades e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) no desenvolvimento de respostas e programas potenciadores da economia social, no passado dia 5 de fevereiro foi criado o Fundo de Reestruturação do Setor Solidário (FRSS), que se destina a apoiar a sua reestruturação e a sua sustentabilidade económica e financeira, permitindo a manutenção do regular funcionamento e desenvolvimento das respostas e serviços sociais que estas entidades prestam.
Podendo vir a ser dotado de outras receitas atribuídas tanto por entidades públicas como privadas e sendo também financiado por uma percentagem da atualização anual da comparticipação financeira atribuída às IPSS e equiparadas, no âmbito dos protocolos de cooperação com o Governo, o FRSS começa com uma dotação de uma verba de 30 milhões de euros e será gerido por um conselho de gestão composto pelas instituições sociais e um representante do Estado, sem que os seus membros recebam qualquer remuneração pelo exercício das suas funções.
 » DANÇANDO COM A DIFERENÇA, FUNCHAL
Dança contemporânea promove inclusão
Na génese está um propósito educativo e terapêutico capaz de conduzir quem o percorre esse caminho a um melhor desenvolvimento como pessoa, podendo mesmo levá-lo a um patamar… artístico. Promover a inclusão de pessoas portadoras de deficiência através da dança contemporânea é o fito e onde desagua todo o trabalho do Dançando com a Diferença, que nasceu de um projecto no âmbito do Educação Especial no arquipélago da Madeira, mas que se autonomizou, dando origem a uma Associação da qual emergiu um grupo de dança que se movimenta no mercado artístico.
 » SERVIÇOS FÚNEBRES
Sector Solidário pede a Governo para não ceder a pressões
Os presidentes da União das Mutualidades Portuguesas e da União das Misericórdias Portuguesas apelaram ao secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social para não ceder a pressões que visem limitar o acesso destas instituições aos serviços funerários. O apelo consta de uma carta enviada ao governante a propósito da proposta de lei que abre a possibilidade de as mutualidades e as misericórdias passarem a entrar no mercado das agências funerárias e de outras actividades económicas.
 » FRSS
Pré-candidaturas até 18 de Abril
Já está disponível no site da CNIS o link http://www4.seg-social.pt/fundo-de-reestruturacao-do-setor-solidario com toda a informação necessária para as instituições que pretendam candidatar-se ao FRSS – Fundo de Reestruturação do Sector Solidário. A pré-candidatura decorre até ao próximo dia 18 de Abril e a respectiva candidatura decorre no período entre o dia 2 e 23 de Maio. Caso reúnam as condições necessárias, as IPSS ou equiparadas devem formalizar a candidatura mediante requerimento dirigido ao Conselho de Gestão do FRSS.
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - ABRIL DE 2014
No mês da ressurreição, mais um contacto cirenaico com os dirigentes que muitas vezes transportam pesadas cruzes.
Aleluia! Aleluia!
 » FESTA DA SOLIDARIEDADE


CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - MARÇO DE 2014
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - FEVEREIRO 2014
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - JANEIRO DE 2014
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - NOVEMBRO DE 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - OUTUBRO DE 2013
 Um Estado Melhor
Contra o desperdício alimentar
A alegria do Evangelho
Orçamento de Estado para 2014
Cuidados Paliativos
 
O Kosovo e a Crimeia, por A.J.Silva
Ucrânia: o fantasma da “guerra fria”, por A.J.Silva
A Ucrânia, a Europa e a Rússia, por A.J.Silva
Tempestades no Pacífico, por A.J. Silva
Quem ganhou ou quem perdeu - por A.J.Silva
 ACADEMIA CULTURAL E SOCIAL DE MACEIRA, LEIRIA
CENTRO SOCIAL DA FREGUESIA DE FAMALICÃO, NAZARÉ
ASSOPS – ASSOCIAÇÃO PASSOS DE SILGUEIROS, VISEU
CENTRO DE DIA DE SENDIM, TABUAÇO
CENTRO DE SOLIDARIEDADE E CULTURA DE PENICHE
 
25 de Abril – 40 anos
Para as pessoas da minha geração, a simples evocação do mês de Abril faz vibrar algumas das invisíveis – mas sensíveis - cordas que, todavia, trazemos dentro do peito, do lado do coração.
Creio que para isso concorrem duas razões: a primeira, porque o 25 de Abril representou, de facto, uma nova forma de respirar, livre e alvoroçada, cortando com o país cinzento, ensimesmado e bisonho que era o nosso antes desse dia inicial; a outra, porque quem tinha em Abril de 1974 cerca de vinte ou vinte e poucos anos pôde juntar a esperança dessa renovação do seu País com os sonhos e a ousadia que marcam sempre os tempos da juventude.
Em Abril de 1974 tudo era possível … Ou parecia …
O futuro estava ao alcance da mão.
Claro que a festa não podia durar sempre, nem era bom que durasse.
A euforia que normalmente segue as revoluções, os poderes que muitas vezes os revolucionários atribuem a si próprios, sem controlo e sem freio, a deriva febril das vanguardas, com frequência fazem descambar revoltas ou revoluções em si virtuosas e desejadas para comportamentos arbitrários ou novas ditaduras. (...)
  "Estruturação"
Há já várias semanas que não se fala de outra coisa! E então agora que o manifesto se está a transformar em “petição” à Assembleia da República, com crescentes e influentes apoios, incluindo de altas patentes das forças armadas, nacionais.
Apesar de não pretender alinhar nesta “cruzada” e, muito menos, não querer, direta ou indiretamente, envolver o SOLIDARIEDADE neste debate, atrevo-me, no entanto, a deixar à consideração dos leitores algumas passagens da exortação do Papa Francisco “ Evangelii Gaudium”, a saber: “…não podemos mais confiar nas forças cegas e na mão invisível do mercado. O crescimento equitativo …requer decisões, programas, mecanismos e processos especificamente orientados para uma melhor distribuição dos rendimentos, para a criação de oportunidades de trabalho, para uma promoção integral dos pobres que supere o mero assistencialismo”.
 
 
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Até que ponto a crise económica e social vai afectar as IPSS?