FUNDAÇÃO AFID DIFERENÇA, AMADORA

Exposição «Quatro ao Quadrado» para ver até dia 24

Está patente, até dia 24 de fevereiro, a primeira exposição artística do ano de 2019 promovida pela Fundação AFID. «Quatro ao Quadrado» é o título da mostra que, segundo a AFID, “é uma partilha de experiências em conjunto com as associações Amorama, Cerciama e Recomeço”, quatro IPSS do concelho da Amadora.
A exposição está patente até ao dia 24 de fevereiro na galeria Artur Bual, na Amadora.
À semelhança do que aconteceu no ano passado, as instituições juntam-se numa só exposição que procura mostrar a aposta na expressão artística como forma de beneficiar o bem-estar das pessoas com doença ou deficiência mental e de as ajudar por forma a conhecer a sua verdadeira identidade, estabelecendo um território de igualdade nas obras que resultam desta prática.
“Não é preciso saber resolver equações para pintar um quadro, mas a verdade é que pode dar muito jeito. A matemática está presente em qualquer ato criativo, por mais livre e caprichoso que ele aparente ser. E é por entendermos isto que sorrimos ao depararmo-nos com o título desta mostra: «Quatro ao Quadrado» (42) é uma conta simples, mas complexa”, explica o monitor do Atelier de Pintura da Fundação AFID Diferença, Nuno Lacerda.
“Quatro ao quadrado (42) não é uma soma, é uma multiplicação, uma combinação exponencial de vontade e talento. E se o cálculo parece evidente a quem domina o campo das ciências exatas, deixemo-nos desfrutar o momento em que não sabemos ainda o que esperar, ou quantas histórias e vidas se escondem sob a frieza nua dos números”, acrescenta no comunicado de apresentação da exposição.
Ao longo do mês de fevereiro outros quatro eventos terão lugar no espaço da exposição, mas a grande novidade da mostra deste ano é a concretização “de uma ideia nascida do primeiro encontro” e que passa pela “elaboração de um painel coletivo com autores das diferentes casas”. Esta foi a forma de integrar pela primeira vez os trabalhos produzidos no Atelier de Costura da AFID Diferença.
Para os responsáveis da Fundação, “esta exposição é o arranhar da superfície num mundo de sonhos que quer brotar de cada artista. Cabendo ao espetador o gesto de se debruçar e alegrar com cada um”.
Recorda-se que a exposição coletiva está patente ao público até 24 de fevereiro, na Galeria Artur Bual, na Amadora.

PRÉMIO AO MÉRITO

Por outro lado, a Fundação AFID Diferença, em parceria com a Fundação Montepio e a Câmara Municipal da Amadora, apresentou o Prémio de Investigação Científica na área da Reabilitação Dra. Maria Lutegarda, cujo prazo de candidatura para esta primeira edição termina a 22 de julho de 2019.
O prémio é dedicado à Investigação Científica na área da Reabilitação e visa estimular e mobilizar investigadores e a comunidade académica para a criação e desenvolvimento de trabalhos de investigação e de inovação sobre a reabilitação junto de pessoas com deficiência.
Desenhado de acordo com as iniciativas e causas defendidas pela antiga diretora da Fundação AFID Maria Lutegarda em vida, este prémio procura a promoção da inclusão social, autonomia e participação de pessoas com deficiência na sociedade.
Os interessados deverão apresentar as suas candidaturas até 22 de julho, a seleção encerra a 22 de novembro, estando a entrega das distinções agendada para dia 14 de dezembro, data de aniversário da malograda ex-diretora da instituição.
O Prémio de Investigação Científica Dra. Maria Lutegarda pretende também combater a discriminação com base na deficiência, promover a igualdade de oportunidades destas pessoas na sociedade contribuir para a promoção das boas práticas na intervenção e, consequentemente, na melhoria de qualidade de vida das pessoas com deficiência e suas famílias.
Os projetos de investigação serão avaliados por um corpo de jurados composto por Deodato Guerreiro, da Universidade Lusófona, António Martins, da Universidade Católica, Domingos Rasteiro, do Instituto Piaget, Francisco Godinho, da Universidade de Trás-os-Montes, Joaquim Caetano, pela Fundação Montepio, Susana Nogueira, pela Câmara Municipal da Amadora, e pelo presidente da Fundação AFID Diferença, Domingos Rosa.
Podem candidatar-se ao Prémio, autores de trabalhos de investigação sobre a área da Reabilitação, no âmbito académico, abrangendo as ciências sociais e humanas, sociologia e educação, nos três graus de ensino superior público e privado: Licenciatura, Mestrado e Doutoramento, bem como outros investigadores individuais.
O prémio tem uma periodicidade bienal, de natureza pecuniária, e é constituído por um primeiro prémio no montante de 8.000 euros e por duas menções honrosas no valor de 1.500 euros cada, como incentivo para participações futuras.

 

Data de introdução: 2019-02-18



















editorial

Compromisso de Cooperação

As quatro organizações representativas do Sector  (União das Mutualidades, União das Misericórdias, Confecoop e CNIS) coordenaram-se entre si. Viram, ouviram e respeitaram. 

Não há inqueritos válidos.

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