LISBOA

Instituições já podem candidatar-se ao Fundo de Emergência Social

As Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) de Lisboa podem candidatar-se a partir de agora aos apoios do Fundo de Emergência Social, num total previsto de cerca de um milhão de euros, informa a Câmara de Lisboa. Podem requerer este apoio "as IPSS e entidades equiparadas que operam em Lisboa e que, devido à crise, se vejam impossibilitadas de prosseguir a sua atividade de acção social e não recebam apoio de outras entidades pela mesma razão e para a mesma finalidade", lê-se no sítio oficial da Câmara de Lisboa na Internet.

As instituições têm de "desenvolver a sua actividade na área da infância, idosos, deficiências, violência doméstica ou combate à pobreza" e "verificar uma redução dos [seus] fundos e receitas anuais" de pelo menos 20% ou "verificar um aumento de pelo menos 20% na procura dos seus serviços".

A câmara tem, no total, um milhão de euros para disponibilizar às IPSS, mas cada instituição apenas pode usufruir de 10.000 euros de apoio, quando não gere equipamentos sociais, e de 100.000, quando gere.

O fundo pode ser requerido através de formulário próprio, disponível no sítio da autarquia (www.cm-lisboa.pt) e no Balcão Social, no Campo Grande. O pedido é dirigido ao presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, por escrito e deve ser remetido por correio registado.

 

Data de introdução: 2012-03-21



















editorial

IMPORTÂNCIA ECONÓMICA E SOCIAL DAS IPSS

Para uma quantificação atualizada da importância social e económica das Instituições Particulares de Solidariedade Social em Portugal a CNIS assegurou o financiamento do Programa Pessoas 2030, medida “capacitação dos...

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A missão das IPSS em cenários de calamidades
A prevenção é a melhor medida na resposta a situações de catástrofe, seja qual for a sua natureza. Porém, parece que a cultura que se entranhou na maioria...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O retrocesso da integração das comunidades ciganas
Portugal não dispõe, há três anos, de uma estratégia para a integração das comunidades ciganas.