VI CONGRESSO CAIS

Associação Cais pede observatório

O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social defendeu, ontem, a constituição de uma plataforma que reúna as instituições no combate à exclusão social, depois do presidente da associação Cais, Pedro Pais de Almeida, ter insistido na necessidade de um Observatório Nacional.

Vieira da Silva, que falava depois da abertura do VIº Congresso Cais - dedicado ao tema "Empowerment - Capacitar para Participar" - afirmou que "existem já diversas instituições particulares de solidariedade social com trabalho desenvolvido nesse sentido". Considerou, portanto, ser "mais razoável e mais eficaz juntar todas essas experiências".

O governante explicou que o seu trabalho vai no sentido de "construir esse observatório, não como uma nova instituição, mas como uma confluência de saberes daqueles que trabalham nessa área". Vieira da Silva sublinhou que "já há capacidade e experiência" para combater os fenómenos da pobreza e da exclusão social e mesmo alguns observatórios locais.

O presidente da associação Cais discorda da posição do ministro, sustentando que "seria mais fácil" coordenar este desafio com "um observatório, uma entidade própria a pensar somente nesta política"."Diversas instituições a pensar no mesmo assunto, torna a coordenação entre eles mais difícil". Pedro Pais de Almeida revelou, ainda, que os pedidos de ajuda têm aumentado, não especificando em quanto, até porque não há estatísticas e dados concretos e estudados sobre a quantidade de pessoas que vivem em situação de pobreza e exclusão social.

No entanto, aquele responsável especificou que a Cais presta ajuda entre 200 e 250 pessoas carenciadas, distribuídas entre os centros de Lisboa e do Porto.

22.03.2007 Fonte: Jornal de Notícias

 

Data de introdução: 2007-03-22



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...