EM PORTUGAL...

Há cada vez mais empregos vagos

O número de empregos vagos em Portugal aumentou 26,8% no segundo trimestre face ao período homólogo para 35.124, segundo estatísticas do gabinete de estratégia e planeamento do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

A maioria dos setores de atividade registou aumentos homólogos significativos, com destaque para os setores do comércio, transportes, alojamento e restauração (mais 59,3%) e das atividades de informação e comunicação (mais 56,1%).

A taxa de empregos vagos em Portugal foi de 1% no segundo trimestre de 2019, uma subida de 0,1 pontos percentuais comparando com o mesmo período de 2018.

Os níveis mais elevados da taxa verificaram-se nas atividades de informação e comunicação (2,8%), nas regiões do Algarve e Área Metropolitana de Lisboa (1,6%) e nos estabelecimentos do setor privado com 250 ou mais trabalhadores (1,7%).

Nas micro, pequenas e médias empresas a taxa de empregos vagos foi de 1,1%.

O número de empregos vagos subiu em todas as regiões do país, com o Algarve e o Alentejo a registarem os maiores aumentos, de 51,4% e 34%, respetivamente.

Os grupos profissionais com maior crescimento homólogo dos empregos vagos foram os trabalhadores dos serviços pessoais, de proteção e vendedores (que quase duplicou, com uma subida de 91,4%), seguindo-se os especialistas das atividades intelectuais e científicas (33,1%) e os técnicos e profissionais de nível intermédio (31,6%).

Na União Europeia e na Área Euro a taxa de empregos vagos atingiu 2,3% no segundo trimestre, um crescimento homólogo de 0,1 pontos percentuais e de 0,2 pontos percentuais respetivamente.

O emprego vago corresponde a um emprego remunerado, criado pela primeira vez, não ocupado ou prestes a ficar vago e para cuja vaga o empregador está a tomar medidas para preencher o lugar.

As estatísticas dos empregos vagos baseiam-se nos resultados de um inquérito trimestral realizado junto de unidades locais, com pelo menos um trabalhador por conta de outrem, sendo as unidades com menos de 250 trabalhadores selecionadas por amostragem.

Os resultados correspondem a valores sem ajustamento sazonal.

 

Data de introdução: 2020-01-06



















editorial

As amas em Creche Familiar

Publica-se neste número do “Solidariedade” o texto do acordo com a FSUGT, na parte que contempla também os novos valores de remunerações acordado para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2024.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A propósito do contributo da CNIS para as próximas eleições
É já tradição que as organizações de diferentes âmbitos, aproveitem os atos eleitorais para fazerem valer as suas reivindicações mais...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Cuidar da democracia
Neste ano vamos a eleições pelo menos duas vezes (três para os açorianos), somos chamados a renovar o nosso laço político com a comunidade, escolhendo...