PRÉMIO DIREITOS HUMANOS 2012

Depois da CNIS Assembleia da Républica atribui prémio à Cáritas

A Assembleia da República anunciou que o Prémio Direitos Humanos 2012 irá ser atribuído à Cáritas Portuguesa, realçando a intervenção solidária desta organização, em especial na "presente situação de emergência social".
O júri do prémio (Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias) elogia a "resposta sempre presente" do organismo católico de solidariedade e ajuda humanitária "aos pedidos de assistência dos cidadãos que não têm possibilidades de garantir as suas necessidades básicas".
A CNIS – Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade foi distinguida com o Prémio Direitos Humanos em 2011, atribuído pela sua intervenção no apoio, defesa, congregação e representação das Instituições Particulares de Solidariedade Social em Portugal.
Numa primeira reacção, a Cáritas Portuguesa refere que esta distinção premeia todos os que nas Cáritas diocesanas e nos grupos de acção social paroquial têm entregado, com verdade, a sua vida na defesa da justiça e na difusão do amor pelos últimos da nossa sociedade, e dedica-a a todos e todas que ao longo das suas vidas têm vivido dificuldades, de forma muito especial os que estão sem trabalho e, por isso, a sentirem privações que comprometem a sua subsistência.
A entrega deste Prémio será realizada no dia 10 de Dezembro, pelas 12h00, no Salão Nobre da Assembleia da República.

 

Data de introdução: 2012-12-05



















editorial

IMPORTÂNCIA ECONÓMICA E SOCIAL DAS IPSS

Para uma quantificação atualizada da importância social e económica das Instituições Particulares de Solidariedade Social em Portugal a CNIS assegurou o financiamento do Programa Pessoas 2030, medida “capacitação dos...

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A missão das IPSS em cenários de calamidades
A prevenção é a melhor medida na resposta a situações de catástrofe, seja qual for a sua natureza. Porém, parece que a cultura que se entranhou na maioria...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O retrocesso da integração das comunidades ciganas
Portugal não dispõe, há três anos, de uma estratégia para a integração das comunidades ciganas.