ANGOLA

Fundo Lwini recebe 70 cadeiras de rodas e mil pares de muletas para doação

O Fundo de Solidariedade Social Lwini recebeu da Sociedade Portuguesa Industrial de Ortopedia "Siorto" 70 cadeiras de rodas e mil pares de canadianas (muletas) para doação. O gesto da instituição lusa constitui um apoio aos esforços que a ONG angolana empreende em prol das vítimas civis de minas terrestres em Angola.
Joana Lina, presidente do Conselho da Administração do Fundo Lwini, louvou a acção da Siorto. Segundo ela, já é notável a contribuição da sociedade e de empresários nacionais e internacionais na reinserção de diminuídos físicos angolanos. O gesto da Siorto, disse, representa confiança no Fundo Lwini para distribuição dos referido meios. 

Joana Lina referiu que a distribuição das cadeiras de rodas e dos pares de canadianas será feita em função das necessidades existentes. A entrega será feita por intermédio dos parceiros sociais que actuam nesta área. "Estamos a falar da Anda, Amiga, Lardef, entre outras instituições que ajudam deficientes. Poderemos também atender solicitações pontuais que vimos tendo", frisou.

Joana Lina mostrou-se satisfeita pela forma como os portadores de deficiência vêm sendo acolhidos no país. "Antes era difícil ver e sentir a solidariedade das pessoas para com os deficientes. Este comportamento tende a melhorar e vai ajudar na consciência dos mesmos na luta pela igualdade social", disse.

Por seu lado, o empresário português Américo Reis Xistra, proprietário da Siorto, considerou o gesto uma forma que a instituição encontrou de prestar solidariedade para com as pessoas carenciadas, em particular as vítimas de minas em Angola. "Achamos que com este espírito poderemos tornar a nossa participação mais activa na questão social dos angolanos carenciados e assim poder relançá-los na vida activa do país", disse.
Américo Xistra manifestou a intenção de colaborar com o Fundo Lwini na formação de portadores de deficiência, a partir de 2008. "Pretendemos, a partir do próximo ano, passar a enviar para Portugal pelo menos 10 deficientes, que posteriormente passarão a ser formadores de outros", disse.

Fonte: Jornal de Angola

 

Data de introdução: 2007-11-29



















editorial

Plano interministerial e intersectorial para a Saúde e Longevidade da população (I)

O caminho da consciencialização pública e política sobre a necessidade de um Plano interministerial e intersectorial para a Saúde e Longevidade da população, cuidando do envelhecimento ao longo da vida, tem já um longo...

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Por uma democracia melhor
Vivemos num regime democrático. Este modelo de governação não é novo. Remonta aos tempos da Grécia Antiga. Não sendo, ainda, um modelo perfeito, é...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

PSU: um regresso à inserção ainda por confirmar
Volto ao tema da Prestação Social Única, que tratei no artigo anterior. A simplificação dos apoios sociais é, em si mesma, uma boa ideia. O problema estava —...