DESDE QUE COMEÇOU A PANDEMIA EM PORTUGAL

Nenhuma morte em lares na última semana

O país não registou na última semana mortes provocadas pela covid-19 em lares, pela primeira vez desde que começou a pandemia, anunciou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

"Esta é a primeira semana desde que começou a pandemia que não temos registos, do ponto de vista da nossa monitorização semanal de óbitos covid em lares", afirmou a ministra, em declarações à agência Lusa à margem de uma visita à Associação Mais Proximidade, que apoia idosos isolados no centro de Lisboa. 

Ana Mendes Godinho precisou que desde o dia 29 de março que não se registaram mortes associadas à covid-19 nos lares do país.

A governante notou que esta "semana zero" deve-se, essencialmente, à testagem preventiva que é feita aos trabalhadores dos lares, ao processo de vacinação em curso, assim como aos cuidados de quem trabalha nestes espaços e implementa "todas as medidas de prevenção". 

A ministra salientou, também, que estão neste momento ativos "18 surtos em todo o país, em lares", o menor número registado desde o final de março, quando foi montado o sistema de monitorização que permite contabilizar estes dados.

"O objetivo é continuarmos com este cuidado permanente. Aliás vamos continuar com os testes preventivos aos trabalhadores até ao final de junho precisamente como uma medida de precaução", concluiu.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.890.054 mortos no mundo, resultantes de mais de 133 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.899 pessoas dos 825.633 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

Data de introdução: 2021-04-09



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

O risco de retrocesso nos apoios à vida independente
O Orçamento de Estado para 2026 foi justamente elogiado por se abster dos clássicos “cavaleiros orçamentais”, designação pela qual são conhecidas as...

opinião

EUGÉNIO FONSECA

Que espero do novo Presidente da República?
Está próxima a eleição do novo Alto Magistrado da Nação. Temos mais duas semanas para que os candidatos, de forma serena, com objetividade e no âmbito dos...