COVID-19

Sector Social e Solidário disponibiliza equipamentos, recursos e pessoal no combate à pandemia de coronavírus

O Sector Social Solidário, neste momento de crise por causa da Covid 19, disponibiliza equipamentos, recursos técnicos e pessoal para ajudar o Estado no combate à pandemia. As quatro maiores representantes do Sector, Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), União das Misericórdias Portuguesas (UMP), União das Mutualidades Portuguesas (UMP) e Confederação Cooperativa Portuguesa (CONFECOOP), num texto conjunto, pôe-se ao serviço do Estado e dos portugueses, neste momento de crise nacional:  "Assim e perante uma situação tão difícil, entenderam os responsáveis pelo Setor Social e Solidário dar uma palavra aos portugueses no sentido de lhes reafirmarem, mais uma vez, que, em total consonância com as autoridades públicas, em especial as da Saúde e da Segurança social, estão e estarão presentes no terreno para tranquilizar, proteger, ajudar e cuidar de todos e de cada um, mesmo que a situação exija que vão muito para além das suas possibilidades.
Para isso colocamos ao serviço da comunidade os nossos hospitais, os nossos lares, as nossas unidades de cuidados continuados; mas também continuaremos a apoiar nas suas casas, quer os que já os que apoiávamos, quer os que a evolução da doença o venha recomendar. Sempre com preocupação, mas com a tranquila responsabilidade de que, mais do que cumprir um dever, estamos a servir as pessoas que precisam."

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COMUNICAÇÃO

A tradição de solidariedade e de apoio aos que mais necessitam na sociedade portuguesa encontra a sua expressão mais concreta nas Instituições de solidariedade social que, por si só, ou em estreita cooperação com o Estado, saem a terreno para ajudar e apoiar as pessoas; quer quotidianamente, quer, muito em especial, em momentos difíceis para Portugal e para os Portugueses

A presente pandemia que motivou a Declaração do Estado de Emergência pelo Senhor Presidente da República com parecer favorável do Governo e da Assembleia da República corresponde a um desses momentos; porventura um dos momentos mais difíceis que os portugueses tiveram que enfrentar ao longo da sua História

Assim e perante uma situação tão difícil, entenderam os responsáveis pelo Setor Social e Solidário dar uma palavra aos portugueses no sentido de lhes reafirmarem, mais uma vez, que, em total consonância com as autoridades públicas, em especial as da Saúde e da Segurança social, estão e estarão presentes no terreno para tranquilizar, proteger, ajudar e cuidar de todos e de cada um, mesmo que a situação exija que vão muito para além das suas possibilidades.

Para isso colocamos ao serviço da comunidade os nossos hospitais, os nossos lares, as nossas unidades de cuidados continuados; mas também continuaremos a apoiar nas suas casas, quer os que já os que apoiávamos, quer os que a evolução da doença o venha recomendar. Sempre com preocupação, mas com a tranquila responsabilidade de que, mais do que cumprir um dever, estamos a servir as pessoas que precisam. 

Sabemos que já é e vai continuar a ser, uma tarefa insana e difícil porque o inimigo é invisível e enorme a sua capacidade de penetração, sobretudo nos mais frágeis. E dos mais frágeis cuidaremos em primeiro lugar com o ânimo e conforto de quem sabe que todos juntos conseguiremos Vencer!

União das Mutualidades: Luís A. Silva
União das Misericórdias: Manuel Lemos
CONFECOOP: Rogério Cação
CNIS: P. Lino Maia

 

Data de introdução: 2020-03-19



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

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