ADENDA AO COMPROMISSO DE COOPERAÇÃO

Presidente da CNIS realça importância do acordo alcançado

Assinada que está a Adenda ao Compromisso de Cooperação para o Setor Solidário 2017-2018, a CNIS mostra-se satisfeita com o acordo alcançado, considerando, no entanto, que “é menos” do que o desejável, mas “suficiente tendo em atenção os indicadores”.
Recorde-se que os valores da cooperação agora protocolados refletem uma subida de 2,2% face a 2017.
O presidente da CNIS releva quatro pontos inscritos nesta Adenda 2018, considerando que a sua subscrição por parte da CNIS “significa que houve acordo e um acordo significa sempre aproximação de posições, uma vez que sempre houve concordância sobre as respetivas missão e competências (tanto por parte do Estado como da Organização da Sociedade que é a CNIS)”.
Para o padre Lino Maia, “a segunda nota é a da concordância quanto à atualização dos acordos: 2,2%”. E questiona: “Muito? Pouco? Certamente menos do que gostaríamos para a prossecução da missão das IPSS mas o suficiente tendo em atenção os indicadores para o seu estabelecimento: inflação e aumento dos custos, nomeadamente com o impacto do aumento do salário mínimo (justo) e a necessidade de serem dados sinais meramente indicativos na contratação coletiva”.
Em declarações ao Solidariedade, o líder da CNIS realça uma terceira nota que “é a da abertura da adenda à consagração da inovação, nomeadamente pela resposta a desafios que se vão perfilando e de que as experiências piloto com Creche são indicativas”.
Por fim, uma quarta nota “a da progressiva comunhão entre o Ministério das Finanças com os três ministérios sociais associados (Trabalho Solidariedade e Segurança Social, Saúde e Educação)”. O presidente da CNIS sublinha que “este é um caminho que interessa percorrer e aprofundar”.

 

Data de introdução: 2018-04-16



















editorial

VII Congresso da CNIS: Conclusões

Nos dias 7 e 8 de outubro de 2026, em Aveiro, o VII Congresso da CNIS refletiu sobre a Pobreza e a Proteção Social, dois dos maiores desafios das sociedades contemporâneas e temas que exigem uma mobilização coletiva e permanente. Num contexto...

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Viver mais exige um país diferente
Quando, em 1990, a ONU instituiu o 1 de outubro como Dia Internacional das Pessoas Idosas, falou da “proteção e promoção dos direitos dos idosos, incluindo o contributo...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Em memória de Eugénio Fonseca
Perdemos em agosto Eugénio Fonseca, de quem fui, nestes últimos anos, companheiro de colunas de opinião aqui no Solidariedade. Partiu um homem bom. Esta homenagem nasce da amizade, do...