CHAMA DA SOLIDARIEDADE

Símbolo do coração das IPSS em Vila Viçosa

Saiu na segunda-feira (dia 7) do Porto, rumou ao distrito de Portalegre, nomeadamente Belver, Fortios, Portalegre e Sousel, entrando, então, no distrito de Évora, com a passagem de distrito da Chama da Solidariedade a acontecer no Centro Social e Paroquial de S. Bento do Cortiço.

Daí, a tocha solidária, já com Vila Viçosa como destino, deteve-se a manhã em Estremoz, onde decorreu uma manhã de animação no Teatro Municipal.

Em Vila Viçosa, uma sessão solene, no Salão Nobre dos Paços de Concelho, assinalou a passagem da Chama da Solidariedade, que contou com a presença de Agostinho Branquinho, secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, e ainda do presidente da CNIS, padre Lino Maia, da diretora do Centro Distrital da Segurança Social de Évora, Sónia Ramos, e, obviamente, do edil de Vila Viçosa, Manuel Condenado.

Tiago Abalroado, presidente da UDIPSS Évora, começou por dizer que “é com grande orgulho que a União Distrital de Évora recebe a Chama da Solidariedade”, lembrando que esta “representa o coração e o trabalho que as instituições fazem todos os dias”.

Por seu turno, o padre Lino Maia, depois de retratar o trabalho importante das IPSS nos últimos anos, destacou “o desafio que se coloca a todos: Os problemas deixam de o ser quando cada um faz o que pode e o que deve”, sublinhando que “a Chama simboliza isso mesmo”.

Já Agostinho Branquinho destacou o “simbolismo” da tocha solidária, afirmando mesmo que, “na sociedade portuguesa, o que há de melhor são as instituições sociais”.

A Chama da Solidariedade pernoita no Seminário de São José, em Vila Viçosa, seguindo pela manhã desta sexta-feira pelo Alandroal e Redondo antes de se fixar em Évora, onde no sábado decorrerá a Festa da Solidariedade, a partir das 10h00.

 

Data de introdução: 2015-09-10



















editorial

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Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

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