ANGOLA

Vítimas da febre hemorrágica sobem para 244 mortos

O número de vítimas mortais provocadas pela febre hemorrágica viral de Marburg em Angola subiu para 244, anunciaram hoje em Luanda as autoridades sanitárias. Em comunicado conjunto, do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS), é feita uma actualização dos dados até ao dia 22 de Abril. O número de mortos subiu para 244, o que representa um aumento de cinco em relação ao anterior balanço oficial, mas mantém em 266 o número de casos registados.

No que se refere às províncias de Cabinda, Cuanza Norte, Cuanza Sul e Zaire, este é o quarto dia consecutivo sem o registo de novos casos desta febre hemorrágica. A situação é idêntica na província de Malange, onde um caso suspeito descoberto há dois dias foi hoje descartado. O número de pessoas que estão a ser acompanhadas pelas autoridades sanitárias também se mantém em 518, das quais 406 na província do Uíge, onde está centralizado o foco desta epidemia. O acompanhamento das pessoas que tiveram contacto directo com doentes infectados com o vírus de Marburg é uma das medidas destinadas a evitar a propagação da doença.

A epidemia de Marburg em Angola, que começou em Outubro de 2004, é já considerada a maior alguma vez registada no mundo provocada por este vírus. O combate à epidemia de Marburg está a ser assegurado por quatro dezenas de especialistas da Organização Mundial de Saúde, do Centro de Controlo de Doenças de Atlanta, EUA, e dos Médicos Sem Fronteiras, que se deslocaram para a província do Uíge, num esforço conjunto com as autoridades angolanas para tentar evitar a propagação da doença.

Para esta província do norte deslocaram-se também hoje três dezenas de médicos, enfermeiros e técnicos de laboratório voluntários angolanos, que vão assegurar a cobertura dos municípios do interior.

 

Data de introdução: 2005-04-29



















editorial

As amas em Creche Familiar

Publica-se neste número do “Solidariedade” o texto do acordo com a FSUGT, na parte que contempla também os novos valores de remunerações acordado para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2024.

Não há inqueritos válidos.

opinião

EUGÉNIO FONSECA

A propósito do contributo da CNIS para as próximas eleições
É já tradição que as organizações de diferentes âmbitos, aproveitem os atos eleitorais para fazerem valer as suas reivindicações mais...

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

Cuidar da democracia
Neste ano vamos a eleições pelo menos duas vezes (três para os açorianos), somos chamados a renovar o nosso laço político com a comunidade, escolhendo...