SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE BRAGANÇA

Instituição firma protocolo inovador com Estabelecimento Prisional

A Santa Casa da Misericórdia de Bragança assinou um protocolo inovador com a Direção-Geral de Reinserção dos Serviços Prisionais, que prevê o alojamento de reclusos em saídas precárias e que não tenham retaguarda familiar.
Para o diretor-geral dos Serviços Prisionais, Celso Manata, o protocolo é um marco a nível nacional por ter um caráter “inovador” e ser “um exemplo a nível nacional”, explicando: “Este acolhimento é um problema para o qual não tínhamos grande resposta e que agora passamos a ter. Acresce ainda o facto de a Misericórdia de Bragança dar a possibilidade a essas pessoas de poderem trabalhar. É mais um fator positivo que vai pesar de forma muito substancial quer nas decisões de saída precária, quer nas decisões de liberdade condicionada”.
Celso Manata lembrou ainda que a Misericórdia de Bragança marca a diferença com a assinatura do protocolo, modelo que vai tentar replicar no resto do País.
Entre outras questões, o protocolo agora estabelecido prevê a prestação de serviços na área da reintegração social, prestação de cuidados de saúde e psicologia aos reclusos do Estabelecimento Prisional de Bragança, que, por seu turno, disponibilizam mão-de-obra para a recuperação de um edifício no centro da cidade, pertença da Santa Casa brigantina.
O provedor Eleutério Alves referiu que o aproveitamento desta mão-de-obra vai ainda permitir a conservação de outros equipamentos antigos e desgastados que a instituição possui.
Eleutério Alves destacou ainda o facto de o acordo agora firmado não envolver qualquer cláusula financeira, baseando-se simplesmente na partilha de serviços: “Temos que ultrapassar a atitude de «se tu tens eu também quero» e passar à atitude de «se tu precisas eu tenho disponível e partilho»”.

 

Data de introdução: 2017-02-02



















editorial

COOPERAÇÃO (Conclusões do Encontro Nacional)

A rede capilar de serviços sociais prestados pelas IPSS em todo o País, a todos, mas preferencialmente aos mais desprotegidos, desde o litoral urbano às periferias despovoadas do interior, corresponde a um mandato e possui um fundamento constitucional.

Não há inqueritos válidos.

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