FESTA DA SOLIDARIEDADE, 25 DE SETEMBRO

Castelo Branco é o ponto de encontro

No dia 25 de Setembro, a cidade de Castelo Branco, mais concretamente as Docas, vai ser o ponto de encontro para todos aqueles que se dedicam ou estão relacionados com o mundo da Solidariedade em Portugal. A quarta edição da Festa da Solidariedade tem agregada a iniciativa da Chama que vai percorrer a distância entre Viseu e Castelo Branco nos dias anteriores. 
Várias dezenas de IPSS efectuaram já a sua a inscrição para o evento organizado pela CNIS. Esperam-se vários milhares de pessoas para um acontecimento que tem uma vertente forte de animação, convívio e divertimento, sem esquecer a componente de intervenção social do Presidente da CNIS, da Ministra da Solidariedade, do Presidente da Câmara e o presidente da União Distrital.

Para que não haja enganos e equívocos ficam algumas indicações:
- Quem se deslocar para Castelo Branco através da A23 deve sair no nó de acesso ao HOSPITAL e seguir as indicações a partir daí até ao local da Festa.
- Os autocarros não poderão estacionar no local da Festa. Deixam os passageiros e vão estacionar noutro local que lhes será indicado pela PSP.
- As instituições que pretenderem almoçar com almoço transportado terão um espaço junto ao local da Festa (antigo quartel) para esse efeito.
- Haverá um espaço próprio para instalação de stands das instituições.
- Haverá um espaço próprio com equipamentos adequados para diversão das crianças presentes.

A Câmara Municipal albicastrense tem sido um parceiro exemplar da CNIS e promete tudo fazer para garantir para que a Festa consiga superar os êxitos anteriores.
Eleutério Alves, coordenador da Festa da Solidariedade, apela à participação das IPSS: “É fundamental que as instituições se juntem à Festa, participem e convivam. É uma forma de mostrar ao país que, apesar da crise, as IPSS conseguem ainda desenvolver a sua actividade com prazer, alegria e realização em prol da solidariedade.”

 

Data de introdução: 2010-09-08



















editorial

Voltar a casa

Sucede que a falta de motivação das IPSS para colocarem a sua rede de ERPI ao serviço do escoamento das situações de internamento hospitalar inapropriado, nas condições atualmente em vigor, se afigura amplamente justificada (...)

Não há inqueritos válidos.

opinião

PAULO PEDROSO, SOCIÓLOGO, EX-MINISTRO DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE

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