BANCO FARMACÊUTICO

Portugueses doaram 15.000 medicamentos e produtos de saúde a 100 IPSS

Os portugueses doaram 15.000 medicamentos e produtos de saúde, com um valor estimado em 60.000 mil euros, a 100 instituições de solidariedade social, na recolha promovida pelo Banco Farmacêutico.

A X jornada de recolha de medicamentos, principal iniciativa do Banco Farmacêutico, realizou-se no sábado em 230 farmácias de todo o país e contou com o apoio de 600 voluntários.

Dados divulgados hoje pelo Banco Farmacêutico revelam que os portugueses doaram 15 mil medicamentos e produtos de saúde, mais 1.000 face ao anterior.

O número de farmácias aderentes também aumentou com mais dez a juntarem-se à iniciativa. "Embora tenha sido uma subida ligeira, permitiu ao Banco Farmacêutico estar, pela primeira vez, presente em todos os distritos de Portugal Continental", referiu a organização em comunicado.

"Aumentamos o número de farmácias, de voluntários, de instituições apoiadas e de medicamentos doados, o que nos possibilita ajudar milhares de pessoas, que de outra forma não teriam possibilidade de adquirir estes medicamentos", afirma o presidente do Banco Farmacêutico, Luís Mendonça, citado no comunicado.

Desde 2009, ano em que a iniciativa decorreu pela primeira vez em Portugal, o Banco Farmacêutico ajudou instituições de solidariedade social com 97.000 medicamentos e produtos de saúde.

O Banco Farmacêutico afirma que "o empenho das farmácias aderentes e respetivas equipas foi essencial para o sucesso da iniciativa, pela sua participação ativa na divulgação e ligação às comunidades onde se inserem, sensibilizando-as para esta causa".

Foi "igualmente importante o papel que os voluntários desempenharam ao longo de toda esta ação, estando presentes em cada farmácia e divulgando o Banco Farmacêutico a todos os utentes", sublinha.

 

Data de introdução: 2018-02-21



















editorial

COOPERAÇÃO (Conclusões do Encontro Nacional)

A rede capilar de serviços sociais prestados pelas IPSS em todo o País, a todos, mas preferencialmente aos mais desprotegidos, desde o litoral urbano às periferias despovoadas do interior, corresponde a um mandato e possui um fundamento constitucional.

Não há inqueritos válidos.

opinião

ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA

A América Central de novo em foco
Há uns anos atrás, alguns países da América Central motivaram um grande interesse da opinião pública internacional. Tudo porque ali se travava uma guerra, embora...

opinião

PADRE JOSÉ MAIA

“PORTUGUESES: satisfeitos com o governo …insatisfeitos com a VIDA”!
Foi exatamente esta a mensagem que o jornal PÚBLICO adotou, recentemente, como título de primeira página.