SETOR SOCIAL SOLIDÁRIO

Presidente da República reuniu com a CNIS e a União das Misericórdias

O Presidente da República reuniu esta tarde no Porto, a pedido dos próprios, com o presidente-adjunto da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), João Dias, e com o presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), Manuel Lemos.
«Enquanto representantes da maioria das instituições que atuam no Setor Social Solidário, os dois responsáveis quiseram reafirmar o seu empenhamento em trabalhar com rigor, devoção e transparência em favor dos utentes dos diversos equipamentos e manifestar a sua preocupação com as consequências de situações de má gestão no setor, solicitando uma eficaz fiscalização pelo Estado», pode ler-se numa nota publicada no sítio da Internet da Presidência da República.
Marcelo Rebelo de Sousa, sublinhou a importância da celeridade na investigação dos casos de denúncias de irregularidades e «manifestou a sua confiança no trabalho das instituições que todos os dias dão apoio a milhares de portugueses, de todas as idades, em todo o País, muitos em risco de exclusão social», pode ler-se na mesma nota, que acrescenta ainda: «Sublinhando a ideia de não poder ser feita uma generalização destes casos, pois está convicto que a grande maioria delas trabalha de forma séria e dedicada, merecendo a confiança dos Portugueses no voluntariado e no trabalho dessas instituições sociais, o Chefe de Estado destacou a necessidade de complementaridade entre o Estado e o Setor Social Solidário, sendo certo que cabe àquele assegurar um acompanhamento rigoroso e próximo do funcionamento destas instituições, quer na qualidade dos serviços prestados, quer no bom e rigoroso uso dos fundos públicos postos à sua disposição».
O encontro decorreu à margem de uma visita do Presidente da República ao Norte do País.

 

Data de introdução: 2017-12-15



















editorial

COOPERAÇÃO (Conclusões do Encontro Nacional)

A rede capilar de serviços sociais prestados pelas IPSS em todo o País, a todos, mas preferencialmente aos mais desprotegidos, desde o litoral urbano às periferias despovoadas do interior, corresponde a um mandato e possui um fundamento constitucional.

Não há inqueritos válidos.

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