CUIDADOS CONTINUADOS

Número de camas cresceu 8,4% em 2016

O número de camas nos cuidados continuados cresceu 8,4% em 2016, passando a existir 8.112 lugares de internamento, um acréscimo de 631 em relação ao ano anterior.

O relatório sobre o acesso a cuidados de saúde referente ao ano passado, a que a agência Lusa teve acesso, mostra que o crescimento do número de camas da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) foi suportado sobretudo pelas camas de longa duração e manutenção e de média duração e reabilitação.

Em 2016 houve um crescimento de 4,5% no número de utentes assistidos na RNCCI, bem como dos utentes referenciados.

Por outro lado, baixou o número global de utentes em espera para uma vaga (menos 2,1% do que em 2015).

Pela primeira vez foram criadas camas pediátricas nesta rede e não existiam doentes a aguardar vaga nesta tipologia.

Globalmente, entre internamento e respostas domiciliárias, a RNCCI tinha no final de 2016 um total de 14.376 lugares, um crescimento de 2,2% relativamente ao ano anterior.

Em 2016 existiam ainda 288 camas de cuidados paliativos na RNCCI, que em 2017 passaram a integrar a Rede Nacional de Cuidados Paliativos.

 

Data de introdução: 2017-08-29



















editorial

Os pobres e as Instituições de Solidariedade

(...) Se o Sector Social e Solidário é um muito importante pilar do Estado Social, corre sérios riscos de colapso porque o Estado não está a corresponder às expectativas criadas aquando da celebração do Pacto de...

Não há inqueritos válidos.

opinião

ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA

América Latina: uma outra deriva?
Em democracia, nada é definitivo. E nada é definitivo, porque a democracia pressupõe a realização cíclica de eleições, e os resultados dessas...

opinião

PADRE JOSÉ MAIA

Greves e serviços mínimos...
Após um longo tempo de quase ausência de greves, proeza atribuída às políticas de reversão de direitos dos trabalhadores e, em geral, de todos os portugueses...