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 » HOJE, QUARTA-FEIRA, NA CASA DA CULTURA, EM COIMBRA
Instituições de solidariedade de Coimbra participam no Rumo Social 2011
Numa iniciativa inteiramente dedicada à Economia Social, a F3M promove, em parceria com a LLC e a UIPSS de Coimbra, uma sessão do Rumo Social 2011, desta vez para as instituições de solidariedade social de Coimbra. A sessão tem como objectivo apresentar ferramentas de gestão capazes de potenciar melhores níveis de eficiência e uma crescente optimização de recursos nas instituições de solidariedade social. Com o Rumo Social, a F3M visa ainda chegar cada vez mais próximo das entidades do sector social e analisar as principais questões da Economia Social, contribuindo para a modernização daquele sector. A acção realiza-se hoje, dia 22 de Junho, a partir das 09h30, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra (à Rua Pedro Monteiro).

O Rumo Social 2011 tem percorrido várias cidades do país, desde Vila Praia de Âncora, Espinho, Amarante, Braga, Funchal, Lisboa e Porto, entre outras. Divididas em dois momentos (das 9h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h00), as sessões incidem, da parte da manhã, sobre as soluções da linha WINIPSS, analisando a "Eficiência na Gestão Global versus Redução dos Custos de não Gestão" e "O papel das Tecnologias de Informação na gestão administrativa, financeira e operacional". De tarde, os temas em discussão serão a "Inovação como factor de Diferenciação", "Imagem de modernidade " e "Vantagens da implementação de soluções web e "paper free", focando as ferramentas DOCfile, Portal Social e Processos-chave.

Líderes de mercado e especificamente concebidas para o terceiro sector, as soluções informáticas desenvolvidas pela F3M contemplam uma vasta gama de software que assegura uma total cobertura das necessidades ao nível da gestão administrativa, financeira e operacional. Actualmente, são utilizadas por mais de 2.000 entidades do sector social, que vêem na utilização daquelas soluções mais-valias em termos de gestão global e de redução dos custos de não gestão.

De acordo com Filipe Pinto, gestor de negócio da F3M na área social, "acreditamos que com estas iniciativas estamos a contribuir para a dinamização do sector, partilhando com as instituições as enormes mais-valias associadas à utilização de tecnologias de informação".


Em 2010 F3M apostou fortemente na Economia Social

O ano de 2010 ficou marcado pela implementação de várias novidades para a área da Economia Social. Desde a apresentação de novas soluções até à inclusão de inúmeras funcionalidades nas soluções já existentes, a tecnológica apostou ainda na crescente aproximação às instituições, através da promoção e da participação em múltiplos eventos. Com o objectivo de potenciar a relação entre as IPSS, Misericórdias e Mutualistas e os seus utentes, a F3M desenvolveu ainda novas ferramentas de gestão que contribuem para importantes optimizações ao nível da usabilidade, além das actualizações legais e fiscais que foi implementando ao longo do ano anterior.

Foi naquele enquadramento que surgiu o Portal Social, uma plataforma inovadora no panorama nacional que vai ao encontro da aposta na inovação e modernização que o sector da Economia Social tem levado a cabo. Trata-se de uma ferramenta de mobilidade, suportada em tecnologia Web, que permite toda a gestão de uma entidade do sector social, acompanhada em qualquer parte do mundo e em tempo real. Outra das novidades foi no âmbito da digitalização e desmaterialização dos processos, através da ferramenta DOCfile, uma solução de arquivo, organização e consulta de documentos em formato digital, que permite um acesso mais rápido e facilitado a toda a informação.

Com mais de duas décadas de experiência na Economia Social e mais de 10.000 utilizadores das soluções WINIPSS, a F3M assumiu um compromisso diário de tornar as soluções WINIPSS mais eficazes e inovadoras. Exemplo disso foi a primeira edição do Rumo social que percorrer vários pontos do país, tais como, Viana do Castelo, Santa Maria da Feira, Vila Real, Porto, Braga, Évora, Lisboa, Portalegre e Santarém.

A F3M implementou o Sistema de Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação, sendo uma das poucas empresas em Portugal certificadas neste âmbito. Actualmente, integra a Rede PME Inovação COTEC, assumindo assim o estatuto de PME Inovadora.

Data: 2011-06-22
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25 de Abril – 40 anos
Para as pessoas da minha geração, a simples evocação do mês de Abril faz vibrar algumas das invisíveis – mas sensíveis - cordas que, todavia, trazemos dentro do peito, do lado do coração.
Creio que para isso concorrem duas razões: a primeira, porque o 25 de Abril representou, de facto, uma nova forma de respirar, livre e alvoroçada, cortando com o país cinzento, ensimesmado e bisonho que era o nosso antes desse dia inicial; a outra, porque quem tinha em Abril de 1974 cerca de vinte ou vinte e poucos anos pôde juntar a esperança dessa renovação do seu País com os sonhos e a ousadia que marcam sempre os tempos da juventude.
Em Abril de 1974 tudo era possível … Ou parecia …
O futuro estava ao alcance da mão.
Claro que a festa não podia durar sempre, nem era bom que durasse.
A euforia que normalmente segue as revoluções, os poderes que muitas vezes os revolucionários atribuem a si próprios, sem controlo e sem freio, a deriva febril das vanguardas, com frequência fazem descambar revoltas ou revoluções em si virtuosas e desejadas para comportamentos arbitrários ou novas ditaduras. (...)
  "Estruturação"
Há já várias semanas que não se fala de outra coisa! E então agora que o manifesto se está a transformar em “petição” à Assembleia da República, com crescentes e influentes apoios, incluindo de altas patentes das forças armadas, nacionais.
Apesar de não pretender alinhar nesta “cruzada” e, muito menos, não querer, direta ou indiretamente, envolver o SOLIDARIEDADE neste debate, atrevo-me, no entanto, a deixar à consideração dos leitores algumas passagens da exortação do Papa Francisco “ Evangelii Gaudium”, a saber: “…não podemos mais confiar nas forças cegas e na mão invisível do mercado. O crescimento equitativo …requer decisões, programas, mecanismos e processos especificamente orientados para uma melhor distribuição dos rendimentos, para a criação de oportunidades de trabalho, para uma promoção integral dos pobres que supere o mero assistencialismo”.
 
 
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