(7379 Membros inscritos)
E-Mail:  
Password:
 
Se ainda não está registado clique aqui.
 » CNIS

O UNIVERSO DA CNIS
 
A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade – CNIS – é a principal organização representativa das instituições particulares de solidariedade social – IPSS’s – em Portugal.
 
A CNIS congrega federações e uniões, distritais ou regionais. E muitas: mais de duas mil e seiscentas IPSS’s.
 
A CNIS é o rosto de representação de respostas de apoio à comunidade, em geral, e, em especial, às famílias, a crianças e a jovens, a idosos e a deficientes.
 
A CNIS é o elo unificador de um sem número de respostas de integração social e comunitária, de protecção dos cidadãos na velhice e invalidez e em todas as situações de falta ou diminuição de meios de subsistência ou de capacidade para o trabalho, de educação e formação profissional e resolução dos problemas habitacionais das populações e de iniciativas de promoção da saúde, nomeadamente através da prestação de cuidados de medicina preventiva, curativa e de reabilitação.
 
A CNIS é o centro de comunhão entre respostas sob designações tão diversas como associações de solidariedade social, associações de voluntários de acção social, associações de socorros mútuos e fundações de solidariedade social. Muitas dessas respostas são de iniciativa e constituição canónica (Igreja Católica), e quase outras tantas de diversas igrejas ou de iniciativas de cidadãos e organizações civis. Umas respostas estão implantadas em comunidades economicamente ricas e outras a actuar em comunidades estruturalmente pobres.
 
A CNIS olha para o seu passado e orgulha-se daquilo que é numa história com uma vintena de anos e num património de um sem número de IPSS’s que vai associando, representando e de que, simultaneamente, é fruto e para as quais vai desbravando caminhos.
 
A CNIS olha para o hoje da sociedade em que se movimenta e quer ousar. A CNIS olha para o devir e assume desafios:
 
 
CNIS: A SOLIDARIEDADE EM COMUNHÃO DINÂMICA...

CNIS: CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE
 
Lino Maia

ORGÃOS SOCIAIS PARA O TRIÉNIO 2009-2011

ASSEMBLEIA GERAL
 
Presidente - Mário Augusto de Oliveira Dias,  APPACDM-Gaia
Vice-presidente - Alberto Churro, Cáritas de Lisboa
Secretários:
César Manuel Fonseca Martins Fatela, Abrigo de S. José
Manuela Rosa Coelho Mendonça de Matos Fernandes, Pastoral dos Ciganos
António Pinto de Matos, Obra de Promoção Social-Coimbra.

DIRECÇÃO
 
Presidente - Lino da Silva Maia, C.S.S. Martinho, Aldoar-Porto
Presidente-adjunto - Eugénio José da Cruz Fonseca, Cáritas de Setúbal
Secretário - José Venâncio Vicente Quirino, , Mansão de S. José, Beja
Tesoureiro - Eleutério Manuel Alves,  Misericórdia de Bragança;
Vogais:
Eduardo Júlio Quaresma Mourinha, UDIPSS-Santarém
João Carlos Gomes Dias, APPACDM – Lisboa
José Manuel Henriques Cera Casaleiro, APAC – Vila Franca de Xira
Maria Lúcia Mittermayer M.A. Saraiva Borges de Leitão, Ajuda de Berço, Lisboa
Nuno dos Santos Rodrigues, Misericórdia de Chaves.

CONSELHO FISCAL
 
Presidente - Manuel Domingos Cunha da Silva,  APPACDM – Viana do Castelo
1º Vogal - José António Teixeira, , C.S.P., Padre Ricardo Gameiro, Setúbal
2º Vogal - José António Parada Figueira, Bela Vista de Águeda.


Mandatário – Acácio Catarino


 

 
 
 
ÓRGÃOS SOCIAIS  2006 - 2009
Composição
 
1.      ASSEMBLEIA GERAL

Mário Augusto de Oliveira Dias, presidente (APPACDM de Gaia)
Porto
           
César Manuel Fonseca Martins Fatela (Abrigo de S. José, Fundão)
Castelo Branco

Maria Josefina Nápoles Cardoso Bazenga (APPACDM do Porto)
Porto                      

António Pinto de Matos (Obra de Promoção Social de Coimbra)
Coimbra                  

Vítor João Prestes Narciso (ATIP de Braga)
Braga
 
2. CONSELHO DIRECTIVO

2.1. DIRECÇÃO

Lino da Silva Maia, presidente (C. S. S. Martinho de Aldoar)                   
Porto               

Eugénio José da Cruz Fonseca, presidente-adjunto (Cáritas Portuguesa)   
Setúbal

Manuel Domingos Cunha da Silva, secretário (APPACDM de Viana)      
Viana do Castelo

Maria Goreti Gonçalves Teixeira Moreira, tesoureira (Centro Claretiano) 
Porto

Eleutério Manuel Alves (Santa Casa de Misericórdia de Bragança)    
Bragança

João Carlos Gomes Dias (APPACDM de Lisboa)                            
Lisboa

José Venâncio Vicente Quirino (Mansão de S. José)                         
Beja

Maria Lúcia Mittermayer A. S. Borges de Leitão (Ajuda de Berço)      
Lisboa

Manuela Rosa C. Mendonça Matos Fernandes (Pastoral dos Ciganos)
Lisboa
 
2.2. CONSELHO DIRECTIVO 

José António Carreiro (CAS Lucinda Santos de Lagos) 
Faro

José António Parada Figueira (Bela Vista de Águeda) 
Aveiro

Manuel Antunes Lomba (UDIPSS de Braga) 
Braga

Maria Isabel T. Santos Monteiro (Casa de Nª Sr.ª do Rosário)
Coimbra

Nuno dos Santos Rodrigues (S. M. Misericórdia de Chaves) 
Vila Real

Vítor Manuel Mendes Rechena (Casa do Menino Jesus da Covilhã) 
Castelo Branco
 
3. CONSELHO FISCAL

Alberto Churro, presidente (Cáritas de Lisboa) 
Lisboa

Cremilde da Conceição de Brito Vermelho (Cáritas de Vila Viçosa) 
Évora

José António Teixeira (Centro Padre Gameiro da Cova da Piedade)
Setúbal

Data: 2006-03-14
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - AGOSTO DE 2010
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - JULHO DE 2010
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - JUNHO 2010
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - MAIO 2010
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - ABRIL DE 2010
 Bento XVI em Portugal
Clientes ou Utentes?
Festa da Flor
Orçamento da crise ou do défice?
Ano Europeu de Luta Contra a Pobreza e a Exclusão Social
 
Silhuetas
Tribunos e Tribunais
Quando uma criança embala o berço
Reencontro
Aquela escritura
 Ingenuidade ou superioridade civilizacional?
Leitura social da «manifestação geral»
O Poceirão
Dia do Trabalhador
Estados plurinacionais
 
Instituição quer lançar biblioteca online para invisuais
Quando a memória nos abandona
Instituição celebra 200 anos de existência
PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA ONDAS DE CALOR 2010
25 Anos com espírito de serviço e dedicação
 IPSS da deficiência mental estão em situação desesperada
As famílias numerosas são a resposta ao inverno demográfico que se avizinha
A máquina de escrever
Os desempregados são os futuros pobres e as IPSS têm que ajudar a cuidar deles
Quando a liderança política é fraca a burocracia ganha e as instituições perdem
 
 
Para receber a nossa newsletter crie o seu registo aqui.
Até que ponto a crise económica e social vai afectar as IPSS?