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Prémio Cidadania das Empresas e Organizações
Este prémio pretende reconhecer as empresas e ONG’s mais bem sucedidas na aplicação das suas políticas de responsabilidade social, nas componentes: económica, social e ambiental, simultaneamente. Premiar as ONG’s, mais do que reconhecer o seu empenho na aplicação de medidas efectivas, pretende ajudar na melhoria de implementação das mesmas.

Entenda-se por cidadania empresarial e organizacional, o exercício de um vasto conjunto de direitos e deveres que visam possibilitar aos vários stakeholders o seu pleno desenvolvimento através do alcance de uma igual dignidade social e económica, respeitando o ambiente.

A atribuição do prémio será feita através da avaliação de um questionário, desenvolvido com o apoio metodológico da SAM, a preencher pelas empresas e pelas ONG’s. Este questionário e a ficha de inscrição estão disponíveis no endereço http://www.premiocidadania.com/. Para esclarecerimento de dúvidas, deve utilizar o e-mail premiocidadania@pt.pwc.com

• As empresas e ONG’s que queiram concorrer ao Prémio devem preencher, em primeiro lugar, a ficha de inscrição que se encontra no menu principal da página inicial do site que acima referimos.

• A ficha de inscrição permite conhecer os contactos e as principais características das empresas e ONG’s.

• Após o preenchimento da ficha de inscrição será atribuída à empresa/ONG
um login e uma password, com as quais terá acesso ao questionário.

• O questionário pode ser preenchido faseadamente, mas deve ser enviado na
sua totalidade até 30 de Janeiro de 2006.

• A PwC e a AESE farão a avaliação dos questionários recebidos e seleccionarão as 10 melhores empresas e as 5 melhores ONG’s até 24 de Fevereiro.

• As melhores empresas e ONG’s serão visitadas pela AESE para confirmação dos resultados do questionário e para obtenção de evidências. Com base no relatório resultante dos questionários e nas visitas, o júri seleccionará o vencedor em cada uma das categorias: empresas e ONG’s.

• A EXAME editará um caderno especial sobre o prémio para o qual visitará os 15 finalistas.

• A apresentação da decisão do júri será efectuada no final do mês de Maio.

O júri integra as seguintes personalidades:
• Engº Jardim Gonçalves (Presidente)
• Engº Jorge Moreira da Silva
• Engº Luís Costa Leal
• Prof. Carlos Borrego
• Padre José Maia
• Prof. Soromenho Marques
• Dra. Manuela Eanes
• Dr. António Sousa
• Dra. Manuela F. Leite
• Dra. Isabel Canha

Data: 2006-02-15
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - ABRIL 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - MARÇO DE 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - FEVEREIRO 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - JANEIRO 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES-DEZEMBRO 2012
 Sinais para o Mundo
Formação - Acção nas IPSS
Cantinas Sociais
O Estado Social
Orçamento de Estado para 2013
 
Poder e insegurança - por A. J. Silva
A guerra do Iraque e João Paulo II - por A. J. Silva
Um país à mercê dos traficantes? por A.J. Silva
O mesmo conflito, novos contornos - por A.J. Silva
A estratégia do orgulho patriótico- por A. J. Silva
 A.I.T.I. ERVEDOSA DO DOURO
APURO, PORTO
A VOZ DO OPERÁRIO, LISBOA
CASCI, ÍLHAVO
CENTRO SOCIAL DO CANDAL-MARCO
 
O Visto Familiar
O Programa do Governo apresentado pela actual maioria na Assembleia da República, após as últimas eleições legislativas, incluía uma medida inédita, a que chamou o “visto familiar”.
Segundo o Programa – que, recorde-se, foi então aprovado no Parlamento, constituindo, de alguma sorte, o título de legitimação das políticas desde então prosseguidas -, “qualquer iniciativa que seja aprovada em Conselho de Ministros requer a prévia aposição do “visto familiar”, ou seja, uma avaliação quanto ao impacto que tem sobre a vida familiar e o estímulo à natalidade.”
O texto do Programa de Governo, que constitui o ponto de encontro dos projectos do PSD e do CDS para nos regerem durante os 4,5 anos da legislatura, baseava a introdução dessa medida no Programa no entendimento comum de “que as preocupações das famílias são transversais e estão presentes em todas as áreas da governação.”
Ora, o que é o “visto”, para que serve, que função tem?
As IPSS, como sabemos, todos os anos enviam para os serviços da Segurança Social os seus Orçamentos, em Dezembro, e as respectivas Contas, em Abril de cada ano, para verificação da regularidade e do rigor dos lançamentos dos valores recebidos por acordos de cooperação, como se encontra estabelecido na lei.
A tais documentos, a Segurança Social apõe o “visto”, como que a significar que nada há de irregular que se lhes aponte.
  A democracia estará doente?
A recente evocação do dia 25 de Abril veio confrontar-nos com um conjunto de sinais premonitórios de uma democracia que se tem afastado das garantias de liberdade, progresso e bem estar social, consubstanciados nos 3 DDD (descolonização, democracia, desenvolvimento).
Como se já não bastasse a austeridade que a troika nos carregou aos ombros, que tem vindo a destruir empregos, pisar direitos sociais, lançar em situações de extrema pobreza centenas de milhares de famílias, começam a emergir sintomas de conflitualidade entre Órgãos de Soberania, entre Sindicatos e Governo, entre forças partidárias e movimentos sociais que dão sinais de pretenderem uma intervenção cívica mais atuante e organizada no resgate da “democracia” à “partidocracia”.
Onde nos levará esta “espiral de agressividade” na forma de vivermos a nossa convivência democrática que, por um lado, terá de ver acautelados todos os nossos direitos e acolhidos os nossos anseios e clamores por mais justiça social, e, por outro, não poderá enveredar por comportamentos que começam a tipificar indícios de anarquia e insensatez na forma de nos relacionarmos numa sociedade democrática?
Parecemos uma sociedade com papéis trocados: o governo questiona as competências do tribunal constitucional; o Tribunal Constitucional considera suas competências zelar pelo cumprimento da Constituição, indo ao ponto de fazer alterar um orçamento de Estado. Alguns sindicatos pedem, em direto, a demissão do Governo e, a seguir, do Presidente da República.
 
 
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