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 » Até 31 de Março de 2012
Prémio Damião de Góis de Empreendedorismo Social tem valor de 10 mil euros
As candidaturas, integrando projectos ou trabalhos de investigação, ao Prémio Damião de Góis de Empreendedorismo Social poderão ser entregues durante os próximos dias, com o limite de 31 de Março de 2012, e estão abertas a sociedades civis ou comerciais, associações, instituições, assim como a Universidades ou Instituições de Ensino Superior que, no âmbito da sua actividade, contribuam para o progressivo cumprimento dos direitos humanos e para as melhores práticas de empreendedorismo e de responsabilidade social em Portugal.

O Prémio é promovido pela Embaixada do Reino dos Países Baixos em Lisboa e pelo Instituto Português de Corporate Governance e visa actividades já executadas, ou em desenvolvimento e tem o valor pecuniário de 10.000,00€ (dez mil euros).

 » ABERTO ATÉ 31 DE MAIO
Concurso para a criação da imagem gráfica do Centro Social de Guardizela

Esta aberta a fase de candidaturas com vista à realização de um concurso de design, a nível nacional, para a criação da imagem gráfica do Centro Social de Guardizela (associado da CNIS n.º 0204) que visa mobilizar a participação dos jovens designers e profissionais das indústrias criativas, proporcionando-lhes uma oportunidade de participar neste acto de cidadania que é a construção, implementação e divulgação de uma Associação Sem Fins Lucrativos direccionada para o apoio social e desenvolvimento sociocomunitário.
De modo a que os concorrentes possam conhecer melhor a Organização promotora deste concurso é parte integrante da documentação que remetemos em anexo o regulamento, ficha de inscrição e a memória descritiva do Centro Social de Guardizela.

 » 19 e 22 de Junho de 2012
VII Congresso de Sociologia realiza-se no Porto
Dia 19 e 22 de Junho – O VII Congresso de Sociologia realizar-se-á, pela primeira vez, na cidade do Porto entre os dias 19 e 22 de Junho de 2012, dividindo-se entre a Faculdade de Letras e a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, ambas pertencentes à Universidade do Porto.

 » UNIVERSIDADE DO MINHO
Psicologia em análise na Exponor
 » A 30 E 31 DE MARÇO, NO PORTO
I Jornadas Nortenhas de Psicologia
 » COLECTIVA DE ARTES PLÁSTICAS, NA ANTIGA CAPITANIA (AVEIRO)
O sentido da vida: Que horizontes?
 » ORGANIZAÇÃO DA MUSSOC
Quartas-feiras solidárias
 » ACÇÃO DE FORMAÇÃO
O Ciclo de vida da pessoa com deficiência
 » DIA 10 DE MAIO, EM MONÇÃO
Encontro Nacional sobre Adopção
 » SANTARÉM, DE 15 A 19 DE MARÇO
Expo Criança - Programa de animação
 » SANTARÉM, DE 15 A 19 DE MARÇO
Expo Criança
 » APPACDM DE VIANA DO CASTELO
Formações de Comunicação Táctil e Relation Play
 » IPSS PODEM CANDIDATAR-SE
Prémio Cidadania das Empresas e Organizações
 » ESCOLA SUPERIOR DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMUNITÁRIO ORGANIZA
Conferência sobre Processo Disciplinar no Código do Trabalho
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - ABRIL 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - MARÇO DE 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - FEVEREIRO 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES - JANEIRO 2013
CARTA ÀS INSTITUIÇÕES-DEZEMBRO 2012
 Sinais para o Mundo
Formação - Acção nas IPSS
Cantinas Sociais
O Estado Social
Orçamento de Estado para 2013
 
Poder e insegurança - por A. J. Silva
A guerra do Iraque e João Paulo II - por A. J. Silva
Um país à mercê dos traficantes? por A.J. Silva
O mesmo conflito, novos contornos - por A.J. Silva
A estratégia do orgulho patriótico- por A. J. Silva
 A.I.T.I. ERVEDOSA DO DOURO
APURO, PORTO
A VOZ DO OPERÁRIO, LISBOA
CASCI, ÍLHAVO
CENTRO SOCIAL DO CANDAL-MARCO
 
O Visto Familiar
O Programa do Governo apresentado pela actual maioria na Assembleia da República, após as últimas eleições legislativas, incluía uma medida inédita, a que chamou o “visto familiar”.
Segundo o Programa – que, recorde-se, foi então aprovado no Parlamento, constituindo, de alguma sorte, o título de legitimação das políticas desde então prosseguidas -, “qualquer iniciativa que seja aprovada em Conselho de Ministros requer a prévia aposição do “visto familiar”, ou seja, uma avaliação quanto ao impacto que tem sobre a vida familiar e o estímulo à natalidade.”
O texto do Programa de Governo, que constitui o ponto de encontro dos projectos do PSD e do CDS para nos regerem durante os 4,5 anos da legislatura, baseava a introdução dessa medida no Programa no entendimento comum de “que as preocupações das famílias são transversais e estão presentes em todas as áreas da governação.”
Ora, o que é o “visto”, para que serve, que função tem?
As IPSS, como sabemos, todos os anos enviam para os serviços da Segurança Social os seus Orçamentos, em Dezembro, e as respectivas Contas, em Abril de cada ano, para verificação da regularidade e do rigor dos lançamentos dos valores recebidos por acordos de cooperação, como se encontra estabelecido na lei.
A tais documentos, a Segurança Social apõe o “visto”, como que a significar que nada há de irregular que se lhes aponte.
  A democracia estará doente?
A recente evocação do dia 25 de Abril veio confrontar-nos com um conjunto de sinais premonitórios de uma democracia que se tem afastado das garantias de liberdade, progresso e bem estar social, consubstanciados nos 3 DDD (descolonização, democracia, desenvolvimento).
Como se já não bastasse a austeridade que a troika nos carregou aos ombros, que tem vindo a destruir empregos, pisar direitos sociais, lançar em situações de extrema pobreza centenas de milhares de famílias, começam a emergir sintomas de conflitualidade entre Órgãos de Soberania, entre Sindicatos e Governo, entre forças partidárias e movimentos sociais que dão sinais de pretenderem uma intervenção cívica mais atuante e organizada no resgate da “democracia” à “partidocracia”.
Onde nos levará esta “espiral de agressividade” na forma de vivermos a nossa convivência democrática que, por um lado, terá de ver acautelados todos os nossos direitos e acolhidos os nossos anseios e clamores por mais justiça social, e, por outro, não poderá enveredar por comportamentos que começam a tipificar indícios de anarquia e insensatez na forma de nos relacionarmos numa sociedade democrática?
Parecemos uma sociedade com papéis trocados: o governo questiona as competências do tribunal constitucional; o Tribunal Constitucional considera suas competências zelar pelo cumprimento da Constituição, indo ao ponto de fazer alterar um orçamento de Estado. Alguns sindicatos pedem, em direto, a demissão do Governo e, a seguir, do Presidente da República.
 
 
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Até que ponto a crise económica e social vai afectar as IPSS?